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segunda-feira, 1 de agosto de 2022

A estrela mais pesada da galáxia

 Com massa equivalente à 250 Sóis, a Estrela de Nêutrons foi apelidada pelos astrônomos de "Viúva Negra".


   
Foto: eli007/pixabay

Astrônomos da Universidade de Stanford informaram na terça-feira (26) que uma estrela de nêutrons descoberta em 2017, a mais pesada registrada até hoje, foi apelidada de “viúva negra” por ter destruído e consumido quase toda a massa de seu companheiro estelar. Por ter 2,35 vezes a massa do nosso Sol, ela é exemplo de como astros podem evoluir antes de se tornar um buraco negro e sugar tudo ao ser redor.

Quando um astro explode em uma supernova, seu núcleo magnetizado suga materiais de outras estrelas ao seu redor, como um ímã.  Enquanto isso, permanece em rotação constante, igual a uma lanterna de farol marítimo. Assim é formada uma estrela de nêutrons, conhecida também como “pulsar”.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Colisão entre Estrelas de Nêutrons



 

A colisão entre estrelas de nêutrons gera emissão de raios gama, o
processo dura apenas 35 milésimos de segundo.

O Vídeo abaixo mostra a simulação feita pela NASA.

Por meio de uma simulação feita por um supercomputador, cientistas comprovaram que a emissão de raios gama podem ser causadas pela colisão entre duas estrelas de nêutrons. Uma estrela de nêutrons é o que resta de uma estrela que entra em colapso e explode. Esses corpos são bastante densos, com uma massa maior que a do sol concentrada numa esfera com pouco menos de 30 km de diâmetro.
Quando as estrelas de nêutrons colidem, dão origem a um buraco, liberando grande quantidade de energia. O campo magnético das estrelas em colisão se organiza de tal maneira que se formam jatos com partículas que se movem quase na velocidade da luz. Esses jatos geram a emissão de raios gama.
"Pela primeira vez, conseguimos rodar a simulação para além da colisão e da formação do buraco negro”, afirmou Chryssa Kouveliotou, pesquisadora do Centro Marshall de Voo Espacial, nos EUA, uma das coautoras do estudo.
A simulação levou mais de seis semanas para ser feita, num grupo de computadores do Instituto Albert Einstein, em Potsdam, no Leste da Alemanha. O processo que ela descreve dura apenas 35 milésimos de segundo, cerca de um terço do tempo de um piscar de olhos.

NASA/AEI


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