Cinco Anos Luz: Explorando os Mistérios do Universo
Bem-vindo ao "Cinco Anos Luz", um blog dedicado a desvendar os segredos do cosmos. Aqui, você encontrará artigos fascinantes sobre astronomia, exploração espacial, e descobertas científicas que estão moldando o nosso entendimento do universo. Seja você um entusiasta do espaço, um estudante de ciência, ou simplesmente curioso sobre o cosmos, "Cinco Anos Luz" oferece uma jornada incrível através das estrelas, planetas, galáxias e além.
Cientistas da NASA e da ESA descobriram um quasar com o maior reservatório de água do Universo, descoberto até hoje, a mais de 12 bilhões de anos-luz de distância. Gás e poeira formam nuvens ao redor do buraco negro central do quasar. A água, em forma de vapor, equivale a 140 trilhões de vezes toda a água do oceano da Terra .
Os astrônomos voltaram os telescópios para uma galáxia Centauro A (também conhecida como NGC 5128), que fica a cerca de 12 milhões de anos-luz da Terra.
O diâmetro dos jatos de metéria sendo ejetada pelo buraco negro é calculada em mais de "4 anos-luz".
NASA/CXC/CfA/ESO/WFI/ MPIfR/ESO/APEX
Cornelia Müller, da Universidade de Erlangen-Nuremberg, na Alemanha, que liderou a pesquisa disse:
-“Esses jatos surgem à medida que a matéria atraída se aproxima do buraco negro, mas nós ainda não sabemos os detalhes de como eles se formam e se mantêm”-.
A colisão entre estrelas de nêutrons gera emissão de raios gama, o
processo dura apenas 35 milésimos de segundo.
O Vídeo abaixo mostra a simulação feita pela NASA.
Por meio de uma simulação feita por um supercomputador, cientistas comprovaram que a emissão de raios gama podem ser causadas pela colisão entre duas estrelas de nêutrons. Uma estrela de nêutrons é o que resta de uma estrela que entra em colapso e explode. Esses corpos são bastante densos, com uma massa maior que a do sol concentrada numa esfera com pouco menos de 30 km de diâmetro.
Quando as estrelas de nêutrons colidem, dão origem a um buraco, liberando grande quantidade de energia. O campo magnético das estrelas em colisão se organiza de tal maneira que se formam jatos com partículas que se movem quase na velocidade da luz. Esses jatos geram a emissão de raios gama.
"Pela primeira vez, conseguimos rodar a simulação para além da colisão e da formação do buraco negro”, afirmou Chryssa Kouveliotou, pesquisadora do Centro Marshall de Voo Espacial, nos EUA, uma das coautoras do estudo.
A simulação levou mais de seis semanas para ser feita, num grupo de computadores do Instituto Albert Einstein, em Potsdam, no Leste da Alemanha. O processo que ela descreve dura apenas 35 milésimos de segundo, cerca de um terço do tempo de um piscar de olhos.
Uma explosão de raios gama, não visíveis a olho nu, que ocorreu em uma galáxia distante da Terra intriga atualmente os astrônomos.
A sonda Swift, da Nasa, captou pela primeira vez o fenômeno, que está a 3,8 bilhões de anos-luz da Terra, em 28 de março.
Geralmente, a energia que se expande devido à explosão leva algumas horas até se dissipar. Mas, neste caso, está durando mais. Há mais de uma semana, a radiação pode ser vista em volta da sua fonte.
O fenômeno provavelmente tem como causa uma estrela que explodiu ao passar muito perto de um buraco negro.
O telescópio Hubble vai observar se o brilho passará por mudanças nas próximas semanas.
Astrônomos da NASA afirmaram nesta quinta-feira(22) que a estrela HE0437-5439, astro com velocidade de 2,5milhões de quilômetros por hora, foi expulso da Via Láctea após interagir com o Buraco negro Gigante que existe no centro da nossa Galáxia.
Utilizando o telescópio espacial Hubble, os especialistas acreditam que o corpo celeste, um dos mais rápidos já detectados, era integrante de um sistema com outras duas estrelas, desfeito após aproximação com o centro da Galáxia.
A velocidade do astro é tres vezes superior que a velocidade do Sol no decorrer da órbita em torno do centro da galáxia.