sexta-feira, 19 de agosto de 2022

Constelação Cruzeiro do Sul





Crux, conhecida como o Cruzeiro do Sul, é uma constelação do hemisfério celestial sul. É a menor de todas 88 constelações. O genitivo é Crucis e a abreviatura é (Cru).
Apesar do seu pequeno tamanho é uma das mais notáveis constelações. Esta constelação fica próximo do Pólo Sul Celeste, além das suas estrelas principais existem vários objetos de interesse astronômico, como um notável aglomerado estelar, a Caixa de Jóias, e uma nebulosa escura, a Nebulosa do Saco de Carvão.




Na falta de uma estrela Polar, no hemisfério celestial austral, o eixo maior formada pelas estrelas Gacrux e Acrux indicam o pólo sul celeste.
O Cruzeiro do Sul é uma das constelações mais conhecidas pelos habitantes ao sul da linha do equador. Uma prova da sua popularidade é que está representada em várias bandeiras nacionais, como a do Brasil, da Austrália, da Nova Zelândia, da Papua-Nova Guiné e de Samoa e também nas bandeiras de vários estados e territórios, e está no centro do brasão de armas do Brasil e do time de futebol mineiro Cruzeiro Esporte Clube.
As constelações vizinhas são Centaurus, a norte, leste e oeste, e Musca, ao Sul que também servem para orientação.

James Webb enxerga o Passado

O que é “astronomia infravermelha”? Tecnologia que o James Webb usa para “ver” o passado.

Os equipamentos do telescópio captam a luz em um espectro invisível aos olhos humanos. Entenda como:


Muito se fala sobre o potencial que o Telescópio Espacial James Webb (JWST) tem de ver o passado. A explicação é sempre a mesma: seus equipamentos são capazes de enxergar no espectro infravermelho, o que permite que ele capte objetos que estão a mais de 13 bilhões de anos-luz da Terra. 

Mas fica aquela dúvida: o que significa exatamente esse “espectro infravermelho” e como o equipamento consegue tais imagens? A gente explica.

A radiação infravermelha nada mais é do que toda a radiação eletromagnética com comprimento de onda entre 700 nanômetros e 1 milímetro. Sua frequência é menor que a luz visível, e por isso não conseguimos captá-la com nossos olhos. 

Na verdade, nós a sentimos como calor. Sabe aquelas câmeras noturnas que captam o corpo humano em tons de vermelho, amarelo, verde e azul? Elas enxergam essas as ondas no espectro infravermelho.

O Universo está em constante expansão. Sendo assim, as galáxias vão ficando cada vez mais distantes de nós, com o comprimento de onda esticando e entrando no infravermelho – fenômeno conhecido como redshift (desvio para o vermelho). 

Mas captar esse infravermelho direto da Terra não é tarefa fácil. A luz emitida pelos corpos celestes é parcialmente absorvida pelo vapor d’água na atmosfera terrestre. Para hackear o sistema natural, o James Webb foi lançado ao espaço. 

Também não basta que as câmeras sejam apenas colocadas em órbita. O telescópio precisa ter uma área de captura de luz extremamente grande. O JWST, por exemplo, tem um espelho de 25 m² e 6,5 m de diâmetro. 

 ? Pense, por exemplo, nas nebulosas. O novo maquinário é capaz de olhar através da poeira e gás, revelando o nascimento de estrelas, por exemplo. Com o telescópio, os cientistas poderão enxergar a formação de galáxias que ocorreu pouco após o Big Bang, 13,8 bilhões de anos atrás. 

Plantações em Marte

 Cientistas testam cultivo em solo parecido com o do planeta vermelho


 A interferência humana em Marte pode mudar a forma como o planeta se comporta atualmente. Uma pesquisa mostra que talvez seja possível criar plantações de alimentos no solo pobre em nutrientes orgânicos do planeta vermelho. Os cientistas descobriram que a alfafa e bactérias fotossintéticas podem promover características que favorecem o crescimento e a sustentação da agricultura.

Essa técnica, se funcionar no ambiente marciano, poderá superar o desafio de fornecer alimentos aos astronautas durante as missões humanas ao Espaço, expectativa em expansão e muito discutida nos últimos anos.

James Webb dá Zoom até em galáxias distantes

 

Imagens captadas pelo telescópio mostram a Galáxia Cartwheel, a 500 milhões de anos-luz de distância

    Fonte:NASA

 Cartwheel Galaxy é a mais nova galáxia a receber a atenção do James Webb, o mais potente já construído. Em um vídeo da Agência Espacial Européia (AEE), em parceria com a NASA e a Agência Espacial Canadense, o telescópio mostra o percurso de aproximação do cosmos até a Galáxia Cartwheel, localizada a 500 milhões de anos-luz de distância.

segunda-feira, 1 de agosto de 2022

A estrela mais pesada da galáxia

 Com massa equivalente à 250 Sóis, a Estrela de Nêutrons foi apelidada pelos astrônomos de "Viúva Negra".


   
Foto: eli007/pixabay

Astrônomos da Universidade de Stanford informaram na terça-feira (26) que uma estrela de nêutrons descoberta em 2017, a mais pesada registrada até hoje, foi apelidada de “viúva negra” por ter destruído e consumido quase toda a massa de seu companheiro estelar. Por ter 2,35 vezes a massa do nosso Sol, ela é exemplo de como astros podem evoluir antes de se tornar um buraco negro e sugar tudo ao ser redor.

Quando um astro explode em uma supernova, seu núcleo magnetizado suga materiais de outras estrelas ao seu redor, como um ímã.  Enquanto isso, permanece em rotação constante, igual a uma lanterna de farol marítimo. Assim é formada uma estrela de nêutrons, conhecida também como “pulsar”.

Protótipo Viper da NASA passa pelos testes mais realistas

 

                                   Crédito: NASA

O protótipo de Exploração Polar (VIPER) da NASA sofreu recentemente os testes mais realistas até hoje. Foram colocadas à prova toda sua capacidade condução no gelo.  Os testes ocorreram no Polo Sul de Glenn, em Cleveland. 


domingo, 31 de julho de 2022

NASA encontra locais na nossa Lua com temperatura suportável ao Humano

 

A Descoberta já abre, do curto ao médio período, perspectiva para novas explorações lunares.




Cientistas da NASA descobriram locais sombreados com temperatura constante, em torno de 17ºC, em poços na Lua. A temperatura confortável ao corpo humano abre perspectiva para novas explorações lunares, já que a superfície da Lua apresenta frio e calor intensos, que variam de -173ºC a 127ºC. 

De acordo com a NASA, dois dos poços têm saliências visíveis que levam a cavernas ou vazios, e que provavelmente são responsáveis pela temperatura perene. Durante o período diurno na Lua, que dura 15 dias terrestres, sua superfície é bombardeada pela luz solar e aquece a temperaturas insuportáveis ao corpo humano. Já as longas noites são extremamente frias. Os cientistas afirmam ser possível que as saliências dos poços limitem o calor durante o dia e impeçam que esfrie tanto à noite.

Os pesquisadores usaram dados da espaçonave Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO). Os poços foram descobertos em 2009 e, desde então, os pesquisadores questionam a possibilidade de usar as cavernas como abrigo em missões de exploração do satélite natural. 

Ao portal da NASA, Noah Petro, do Goddard Space Flight Center, afirmou que "saber que eles criam um ambiente térmico estável nos ajuda a pintar uma imagem dessas características lunares únicas e a perspectiva de um dia explorá-las”.

Segundo David Paige, coautor da pesquisa, os humanos evoluíram vivendo em cavernas e para elas podem voltar quando forem viver na Lua. 

NASA anuncia que voará à Lua no final de agosto



Conheça o telescópio Chinês Xuntian, o concorrente do James Webb

 

Novo telescópio espacial vai contar com câmera de 2,5 bilhões de pixels. Ao contrário do James Webb, Xuntian fará observações no espectro ultravioleta - e isso vai permitir que ele registre cantos diferentes do universo.


A China também está desenvolvendo o seu próprio "caçador de galáxias"

Eclipse solar com "anel de fogo" é observado na Ásia

 Anel de Fogo é visto da ilha de Balut, província de Saraggani, nas Filipinas.
Raro Fenômeno foi presenciado por sortudos de toda a Ilha em 26/12/21


quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Brasil Bem Representado na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica


A equipe brasileira na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA, na sigla em inglês) acaba de voltar de Phuket, Tailândia, onde sua 11ª edição foi realizada este ano, comemorando o melhor resultado do país na competição desde 2013. Ao todo, foram cinco medalhas: uma de prata, para João Vitor Guerreiro Dias, de São Paulo; duas de bronze, para Nathan Luiz Bezerra e Vinícius Azevedo dos Santos, ambos de Fortaleza; e duas de menção honrosa, para Bruno Gorresen Mello, de Belém, e Pedro Pompeu Carneiro, também de Fortaleza. Bruno recebeu ainda um prêmio especial por ter ficado em terceiro lugar na prova em equipe, que este ano reuniu times de sete estudantes de países diferentes.

Acontecimento mais Estudado na História da Astronomia



Em agosto, detetores de raios-gama e radiotelescópios registaram a colisão das duas estrelas de neutrões, extremamente densas.
Segundo um dos colaboradores da Science, Adrian Cho, o fenómeno, observado em todos os comprimentos de onda de luz, "foi o acontecimento mais estudado na história da astronomia", envolvendo 4.156 investigadores de 953 instituições.
A colisão das duas estrelas, a 130 milhões de anos-luz, gerou ondas gravitacionais (ondulações no tecido espaço-tempo) detetadas na Terra. Ondas essas que tinham sido previstas há mais de cem anos pelo físico Albert Einstein, mas foram detetadas diretamente pela primeira vez em 2015, quando dois grandes buracos negros (zonas do Universo de onde nada pode escapar, nem mesmo a luz) chocaram.
Esse foi o acontecimento mais estudado na história da astronomia, envolvendo 4156 investigadores de 953 instituições.

Construções em Marte: A Nova Fronteira da Arquitetura

 A exploração de Marte é um dos maiores desafios da humanidade. À medida que nos aproximamos da possibilidade de enviar humanos para o Plane...